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BBAS acertado compra da nossa caixa pelo banco do Brasil
  Sobre Banco do Brasil, por No-avatar_small marceloleonel , mais de 3 anos atrás.
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BB deve gastar R$ 14 bi com compra de bancos Vanessa Adachi, de São Paulo 12/11/2008 Indique | Imprimir | Digg | del.icio.us Tamanho da Fonte: a- A+ As equipes da Nossa Caixa e do Banco do Brasil estão bastante próximas de concluir as negociações para que o banco federal adquiria a instituição estadual paulista. Nenhum anúncio oficial deve sair nos próximos dois dias, mas há uma expectativa de que a transação possa ser fechada a partir de sexta-feira. Não existe mais divergência em relação ao preço a ser pago. Entre participação do governo paulista e ações dos minoritários da Nossa Caixa, que tem ações em bolsa, o BB deverá pagar cerca de R$ 7 bilhões. O governo tem 71,25% do capital e, portanto, receberia cerca de R$ 5 bilhões desse total. Os outros 28,75% das ações estão na bolsa. Como a Nossa Caixa está listada no Novo Mercado da Bovespa, os minoritários têm direito a receber 100% do preço por ação pago ao controlador. Os 28,75% das ações nas mãos dos investidores equivaleriam, portanto, a cerca de R$ 2 bilhões. O BB deverá gastar cerca de R$ 14 bilhões para ficar com a totalidade da Nossa Caixa e quase metade do capital do banco Votorantim. O desembolso total no caso do banco dos Ermírio de Moraes deve ser de R$ 7 bilhões, o que inclui pagamento aos controladores e uma injeção de capital. Além disso, o banco federal acertou também a incorporação do Banco do Estado do Piauí (BEP), por R$ 81 milhões. Tantas negociações em curso simultaneamente têm exigido que a equipe do Banco do Brasil se desdobre. Em uma reunião recente com a turma da Nossa Caixa, o BB enviou uma espécie de "equipe B". A explicação é que o primeiro time, que vinha à frente das conversas, foi escalado para reunião com o Votorantim. Superado o fator "preço" entre BB e Nossa Caixa, falta ainda acertar a forma de pagamento ao governo paulista, que foi motivo de longas discussões. Inicialmente, o BB queria pagamento em ações, enquanto o governador José Serra queria pagamento em dinheiro, à vista. O Valor apurou que o cenário mais provável, hoje, é que o BB faça pagamento em dinheiro (pelo menos da maior parte) em três parcelas: uma à vista, outra em seis meses e a última dentro de 12 meses. Mas ainda estão sobre a mesa outras propostas, como pagamento parcial em ações, e prazos até mais longos, de até dois anos. A dificuldade em aceitar pagamento em ações é que o governador Serra pretende usar os recursos da venda da Nossa Caixa em obras ainda no seu mandato, que vai até 2010. Com a condição atual de mercado, transformar um grande bloco de ações em dinheiro é praticamente impossível. Já o pagamento em dinheiro a prazo não seria um grande problema porque o governo poderia facilmente levantar empréstimos com base nesse "recebível" do BB. Outro fator que conta a favor do pagamento em dinheiro é uma avaliação de pessoas que participam das negociações de que o valor atribuído à Nossa Caixa, de R$ 7 bilhões, não é extraordinário, mas apenas "justo". Ontem, o valor de mercado da Nossa Caixa estava em R$ 5,5 bilhões, ou seja, com desconto ainda em relação ao preço que deve ser pago pelo BB. Esse desconto parece fazer sentido diante da incerteza dos investidores em relação à forma de pagamento a ser acertada. Em evento de divulgação de um linha de empréstimo de R$ 4 bilhões da Nossa Caixa aos bancos de montadoras, o governador José Serra disse que as negociações para a venda do banco paulista continuam em andamento e que um eventual acordo será anunciado oportunamente. Serra se reuniu ontem com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, por conta do lançamento dessa ajuda ao setor automotivo, mas negou que tenha discutido a transação com o Banco do Brasil. "Por incrível que pareça, não conversamos sobre isso." A expectativa do governo federal é que a negociação do Banco do Brasil para a aquisição da Nossa Caixa seja concluída a tempo de a Assembléia Legislativa de São Paulo aprovar a operação antes do recesso de fim de ano. (Colaboraram Fernando Travaglini, Claudia Safatle e Alex Ribeiro, de São Paulo e Brasília)

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Sobre a Empresa
Banco do Brasil

Em 12 de outubro de 1808, foi criado o Banco do Brasil. Empresa de grande importância na história pós-colonial brasileira, em 1863, o Banco do Brasil transformou-se no único órgão emissor do território nacional. No final do século XIX, o Banco passou a destacar-se como instituição de fomento econômico, apoiando a agricultura e o desenvolvimento do País. Desde 09 de julho de 1906, as ações da Empresa são transacionadas publicamente em bolsa de valores. Apenas em 31 de dezembro 1964, o BB deixa de ser a autoridade monetária brasileira com a criação do Banco Central do Brasil e o Conselho Monetário Nacional.

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